Alfazema da Arrábida

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Da tua vida o que não podem entender
Nem oiro nem poder nem segurança
Mas a paixão do Tempo e de seus riscos
Tu buscaste o instante e a intensidade
E foste do combate e da mudança
Por isso um rastro de ruptura e de viagem
Ou talvez este fogo inconquistado
Como breve eternidade
De passagem


 


Poema de Manuel Alegre


 

Comentários

  1. O seu blogue é de uma grande sedução. Visitei e gostei muito. Amei este seu poema. Adoro as flores de alfazema que existem em grande quantidade na minha terra algures no Ribatejo-Portugal.
    Fiquei seguidor. Voltarei

    Cumprimentos poéticos.

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  2. Sempre um deleite, o seu blog jardim e poema.
    Feliz Primavera.

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