
Da tua vida o que não podem entender
Nem oiro nem poder nem segurança
Mas a paixão do Tempo e de seus riscos
Tu buscaste o instante e a intensidade
E foste do combate e da mudança
Por isso um rastro de ruptura e de viagem
Ou talvez este fogo inconquistado
Como breve eternidade
De passagem
Poema de Manuel Alegre
Muito bonito.
ResponderEliminarAdorei a fotografia.
Bjs
O seu blogue é de uma grande sedução. Visitei e gostei muito. Amei este seu poema. Adoro as flores de alfazema que existem em grande quantidade na minha terra algures no Ribatejo-Portugal.
ResponderEliminarFiquei seguidor. Voltarei
Cumprimentos poéticos.
Sempre um deleite, o seu blog jardim e poema.
ResponderEliminarFeliz Primavera.
Sempre bom.
ResponderEliminarLindas flores!
ResponderEliminarBoa noite.
Um belo poema e uma bela fotografia!
ResponderEliminarMena