
Debruado numa nesga de terra
ergues-te altaneiro e vigilante
sobre o mar calmo ou revoltoso
irradiando a salvífica luz oscilante.

Desde tempos imemoriais
resgatas do destino incerto
a precária condição dos mortais
que ousam cruzar o mar aberto.

O que seria de quem
incessantemente
procura conhecer o mundo
sem o clarão precioso
da esperança
de chegar a bom porto,
finalmente.
Poema Daniel Bastos, in Terra, Farol de Luz
Adoro os faróis! Que poema tão lindo, foi uma boa partilha! Gostei muito das fotos! Beijinhos, dia feliz
ResponderEliminarMuito bonito Alice.
ResponderEliminarGostei muito da forma como as fotos foram encaixadas entre os versos.
Dia feliz!
Que poema lindo Alice
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia
Fotos deslumbrantes. Elogio.
ResponderEliminar.
Bom fim de semana
O farol da vida!
ResponderEliminarBom fim-de-semana!
Um belo poema. Um bom resto de domingo e início de semana. 😉
ResponderEliminarSábado és tu a escritora no "SardinhasSemLata" ;-)
ResponderEliminarFico a aguardar aqui no farol.:))))
ResponderEliminarUm Abraço e fica bem. :-)