Farol

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Debruado numa nesga de terra


ergues-te altaneiro e vigilante


sobre o mar calmo ou revoltoso


irradiando a salvífica luz oscilante.


 


 


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Desde tempos imemoriais


resgatas do destino incerto


a precária condição dos mortais


que ousam cruzar o mar aberto.


 


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O que seria de quem


incessantemente


procura conhecer o mundo


sem o clarão precioso


da esperança


de chegar a bom porto,


finalmente.


 


 


Poema Daniel Bastos, in Terra, Farol de Luz


 


 

Comentários

  1. Adoro os faróis! Que poema tão lindo, foi uma boa partilha! Gostei muito das fotos! Beijinhos, dia feliz

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  2. Muito bonito Alice.
    Gostei muito da forma como as fotos foram encaixadas entre os versos.

    Dia feliz!

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  3. Fotos deslumbrantes. Elogio.
    .
    Bom fim de semana

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  4. Um belo poema. Um bom resto de domingo e início de semana. 😉

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  5. Sábado és tu a escritora no "SardinhasSemLata" ;-)

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  6. Fico a aguardar aqui no farol.:))))

    Um Abraço e fica bem. :-)

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