Ping, ping, ping...que me fascinam


 


 


Ele há lá ramos como os dos pinheiros!


Ascendem sinuosos, retorcidos,


Invencíveis, ainda que vencidos,


Distantes e, contudo, hospitaleiros.


 


Altos ou não, serão sempre altaneiros


E cada um faz sempre o seu sentido…


Independentes, sempre, embora unidos


Como peças de um puzzle des-inteiro…


 


São braços que se alongam, terminando


Em mil agulhas finas, rescendestes,


Que acenam lá do alto e me fascinam.


 


Subo até lá, onde eles vão acenando,


Neles me confundo em confissões urgentes


E tento aprender tudo o que me ensinam.


 


Maria João Brito de Sousa


 


Alice Alfazema


 

Comentários

  1. Amiga, lindo poema ,não conhecia mas achei extraordinário.
    Obrigada pela partilha.
    Bom Domingo
    Um abraço
    miilay

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  2. É sempre bom descobrirmos coisas novas que nos despertam os sentidos da melhor forma.

    Um abraço

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  3. Bem vinda, fico feliz pelas suas palavras e eu também lhe agradeço a sua sensibilidade poética, ficou lindamente na minha fotografia, deu-lhe outra forma de ver e de sentir.

    Um abraço

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