Ele há lá ramos como os dos pinheiros!
Ascendem sinuosos, retorcidos,
Invencíveis, ainda que vencidos,
Distantes e, contudo, hospitaleiros.
Altos ou não, serão sempre altaneiros
E cada um faz sempre o seu sentido…
Independentes, sempre, embora unidos
Como peças de um puzzle des-inteiro…
São braços que se alongam, terminando
Em mil agulhas finas, rescendestes,
Que acenam lá do alto e me fascinam.
Subo até lá, onde eles vão acenando,
Neles me confundo em confissões urgentes
E tento aprender tudo o que me ensinam.
Alice Alfazema
Amiga, lindo poema ,não conhecia mas achei extraordinário.
ResponderEliminarObrigada pela partilha.
Bom Domingo
Um abraço
miilay
É sempre bom descobrirmos coisas novas que nos despertam os sentidos da melhor forma.
ResponderEliminarUm abraço
Muito obrigada, Alice Alfazema!
ResponderEliminarForte abraço!
Bem vinda, fico feliz pelas suas palavras e eu também lhe agradeço a sua sensibilidade poética, ficou lindamente na minha fotografia, deu-lhe outra forma de ver e de sentir.
ResponderEliminarUm abraço