Aos treze anos:
- Está por aí a professora...não sei o nome.
- ...
- Uma assim já muito idosa...
- ...
- Assim, para o cheiinho...cabelo já esbranquiçado.
- O que é que vocês consideram "muito idosa"?
- Quarenta anos...
- Não, não, a partir dos trinta e cinco anos já é muito idosa.
Alice Alfazema
ETIQUETAS VICIADAS
ResponderEliminar> "Os idosos fazem falta e podem ser aproveitados?"- é carimbo revelador de mentes perversas e razões distorcidas. Uma introdução de tema de forma preconceituosa, que só pode continuar a pulverizar e envenenar a sociedade.
"Demonstrar utilidade" é como ameaçar remeter as pessoas menos jovens para uma avaliação típica de cuidados ambientais a cargo de ETAR's ou de incineração em cimenteiras com filtro na chaminé.
Todos devem ficar a saber quem plantou antes para nos oferecer, as castanhas, o azeite ou o vinho com que nos vamos alimentando. Vista a situção nos termos que se propõem, seria então lícito perguntar, que falta faz ou para que pode ser aproveitada muita da chamada juventude que por aí vagueia.
Pessoas mais antigas e maduras claro, que idosos mentais, descontada a falácia do bilhete de identidade temos que bonde entre a badalada juventude. Capacidades, conhecimento e motivação a valorizar, sem que falte apoio nas fragilidades seja qual for a idade, é exigência permanente sem guetos pré-definidos.
Temos "velhos" com menos de 30 anos e "jovens" com mais de 80.
Gostei da ideia "idosos mentais", talvez um próximo tema.
ResponderEliminarAqui neste contexto, idoso é visto como alguém que tem mais do dobro da idade deles, quem é que não pensou assim aos treze anos?
:)
Sugiro para que seja adoptado pelas entidades oficiais e instruído no ensino escolar: Bebés, Infantis, Juniores, Seniores , Veteranos e Reservistas.
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