A mensagem deste natal do primeiro ministro português fez-me lembrar as conversas de salão realizadas no seio da mais fina flor, a mim, também, me pareceu que não houve mudança de mentalidade, é resumidamente aquele pensamento bafiento de que, se não tens é porque não és capaz, como um terapeuta que diz que és responsável pelo que te acontece, ou estás a agir em espelho, ou melhor puseram-se a jeito.
Nos blogues também não vemos mudança de mentalidade e eles estão a passar uma imagem bem negativa dos portugueses. Para além da maior parte dos textos serem para "encher chouriços" ou para crianças, os autores só querem saber de escrever para os outros lerem. Que mentalidade atrasada! Também eles acham que são celebridades! Dificilmente há diálogo e discutir assuntos importantes ainda é pior.
ResponderEliminarUm já era demasiado! Agora, temos uma dupla da conversa da sacha.
ResponderEliminarBom fim-de-semana, Alice!
Um abraço.
Eu já nem ouço essas mensagens
ResponderEliminarContinuação de boas festas
Você ainda não reparou que os blogues estão cheios de assuntos da sacha! Não há uma dupla da conversa da sacha, mas uma infinita conversa da sacha.
ResponderEliminarE o que faz você?
Isso está um bocado confuso.
ResponderEliminarObrigada, José, um bom fim de semana, também, para si. Abraço.
ResponderEliminarPor vezes é o melhor.
ResponderEliminarObrigada. Bom fim de semana.
Refilar como anónimo, não é lá muito credível.
ResponderEliminarBoa tarde:- Passando novamente a fim de deixar votos de:
ResponderEliminar.
Bom fim de semana.
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Que o ANO NOVO de 2026, traga Saúde, Paz, Harmonia, esperança, e tudo o mais que seja bom para si, sua família e amizades.
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Completamente de acordo.
ResponderEliminarBeijinhos
É a romantização do esforço individual para disfarçar a falta de visão coletiva. Esse fatalismo de que "se não tens é porque não és capaz" é de uma miopia gritante. É a versão política do "ajuda-te que o céu te ajudará", enquanto ignoram que nem todos temos vento a favor ou uma descida para embalar. De facto, há pensamentos que nem com uma boa lufada de ar fresco desaparecem.
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