Enumerar ou colocar num pódio aquilo que nos faz falta, pode nos facilitar a vida.
Interessante que à medida que elegemos apenas o excelente, o bom e o suficiente tiramos peso ao dia a dia e tudo se transforma, conservar amizades ou amores de carvão que apenas nos vão sujar ou queimar, conforme a ocasião, manter ao nosso lado gente que não festeja as nossas conquistas e os nossos esforços é como conservar roupa inútil num roupeiro apenas porque não sabemos o que fazer com ela.
O pior das decisões é que elas envolvem muita dor. Assim, também, é o esforço imposto ao corpo numa corrida, no entanto, quando se corta a meta tudo se transforma, as emoções ao rubro percorrem o nosso corpo envolvendo todos os pedaços dos nossos músculos, foi preciso uma camaradagem conjunta de todos eles para o passo derradeiro, aquele que parece importar mais, que é a ultrapassagem da meta com sucesso, todo o peso ficou para lá do tempo, uma enorme reflexão através da respiração, sozinho acompanhado de si mesmo, assim é o atleta que procura e acha em si mesmo a força, é na ultrapassagem desse cansaço que a janela da alegria se abre.
Concordo em absoluto!
ResponderEliminarObrigada pela partilha desta excelente reflexão!
Obrigada, Ana, uma excelente semana para ti.
ResponderEliminarTal qual.
ResponderEliminarBoa semana, Alice.
Obrigada, Isabel, uma boa semana também para ti 🌻
ResponderEliminarDe acordo.
ResponderEliminarBoa semana, Alice.
Um abraço.
Aqui e ali vou destralhando o que me pesa, e não me celebra.
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada, José, igualmente
ResponderEliminarFazes bem, primeiro estranha -se depois entranha-se.
ResponderEliminarBeijinhos 🌻