Qual o sentimento/emoção que predomina em si após viver a pandemia COVID-19?

Estamos hoje muito diferentes de há três anos atrás, não só pelo tempo que passou,  ou pelo facto de estarmos mais velhos, mas por todas as emoções que tivemos de enfrentar, pelos novos hábitos que adquirimos, o que resultou disso tudo, qual o sentimento predominante que existe agora?

Comentários

  1. Não sei se "Dor" ou "Saudade". Mas estes são os setimentos dominantes de quem perdeu o pai inesperadamente nessa fase, ainda que não diretamente em resultado da Covid. Nada é como antes... e por isso sou hoje muito diferente do que era. O sentimento de perda de alguém que muito se ama é muito difícil.
    Bj

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  2. parece é que não ficou tudo bem... há insegurança.
    Um bom dia

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  3. Nostalgia de quando havia mais que tempo de sobra. Mas também uma maior noçao e realizaçao das consequencias que só agora se começam a mostrar e estiveram estes anos a hibernar

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  4. Penso que o medo ficará sempre....
    Beijinhos!!!

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  5. Um sentimento de frustração, porque todos esperavam que a pandemia fizesse com que nos tornássemos melhores pessoas, mas , infelizmente, não aconteceu.
    Bom resto de dia, Alice!
    Um abraço

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  6. A mim parece -me que vivemos, naquela altura, uma espécie de realidade paralela.
    É estranho.
    Houve quem mudasse muito e quem não mudasse nada.

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  7. O sentimento de que as pessoas estão ainda mais voltadas para si próprias...

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  8. Conversava muito com uma ex-colega. Ela dizia-me que isto seria uma coisa para ficar na nossa memória durante décadas, centenas de anos. Nunca concordei e tem-se visto que, de caminho, já ninguém se lembra de nada. Passamos do tirar a roupa e calçado todo quando se chegava a casa para, de novo, e tal como antes, para ir ao quarto de banho e sair sem lavar as mãos! E eu bem o vejo quando frequento wc públicos! A verdade é somos muito porquinhos, o medo pôr as pessoas a ter mais cuidado com a higiene, mas rapidamente tudo voltou ao que era. E rapidamente a pandemia será esquecida da maioria.

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  9. Acho que o mundo ficou muito estranho. Sem capacidade de empatia, de se conectar, de estabelecer ligações verdadeiras. Há uma descrença generalizada, uma desumanização que se normaliza.
    Lá fora caem bombas e nós assistimos atónitos e impotentes.
    A fragilidade da vida que já existia, agora tornou-se insuportável.

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