
Congeladas no tempo ficam as memórias dos dias passados sem sobressaltos, de onde fomos cativos dos tempos de preguiça e dos risos cristalinos, talvez um dia as descongelemos, mas não terá mais o mesmo significado, serão como mobílias em casa de gente morta.
Grato pela excelente partilha!
ResponderEliminarBom setembro, Alice!
Um abraço.
Gostei muito deste post!
ResponderEliminarComo sempre o Zé Luís no seu melhor. É o meu escritor favorito, parece que escreve sobre a minha alma.
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