Ontem, vi os meios que estão afectos a esta operação de tentativa de encontrar esta cápsula que já fez muitas viagens subaquáticas e que nem licenciada está. Os que estão em barcos de borracha são seres humanos de segunda. Neste último naufrágio, podiam ter salvado muito mais pessoas. Se não há hipótese de acolher, colocavam todos os meios de salvamento para os salvar e depois enviam-nos vivos para o país de origem. Nada justifica o não auxílio a estas pessoas que se aventuram para chegarem à Europa. Dia feliz.
A hipocrisia que é a alma deste tempo é tão constante que às vezes quase que esquecemos que vivemos numa sociedade totalmente embebida em hipocrisia. Mas, às vezes, salta uma notícia que escancara de vez essa hipocrisia e então há um clamor generalizado, até que voltemos todos ao ramram do costume.
Pois.... é sempre assim....
ResponderEliminarOntem, vi os meios que estão afectos a esta operação de tentativa de encontrar esta cápsula que já fez muitas viagens subaquáticas e que nem licenciada está.
ResponderEliminarOs que estão em barcos de borracha são seres humanos de segunda.
Neste último naufrágio, podiam ter salvado muito mais pessoas. Se não há hipótese de acolher, colocavam todos os meios de salvamento para os salvar e depois enviam-nos vivos para o país de origem. Nada justifica o não auxílio a estas pessoas que se aventuram para chegarem à Europa.
Dia feliz.
No Mediterrâneo não morrem milionários!
ResponderEliminarBom verão, Alice!
Um abraço
A arrogância fez mais 5 vítimas!
ResponderEliminarSó interessam notícias sobre pessoas com dinheiro... os demais só interessam quando existe vontade de criar controvérsia.
ResponderEliminarBom fim-de-semana!
Sim entretenimento puro e duro. De repente deixou de se falar na guerra. Mais do mesmo 😔
ResponderEliminarTal e qual!
ResponderEliminarA hipocrisia que é a alma deste tempo é tão constante que às vezes quase que esquecemos que vivemos numa sociedade totalmente embebida em hipocrisia. Mas, às vezes, salta uma notícia que escancara de vez essa hipocrisia e então há um clamor generalizado, até que voltemos todos ao ramram do costume.
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