Ilustração Maria Inês Cristovám C.L. Lourenço, de 13 anos, do Agrupamento de Escolas D. Maria II
Este ano é-me difícil definir o bom de 2022, é claro que houve coisas boas, mas tenho a sensação que as más superaram as boas. Parece-me que há um estado de loucura crescente entre as pessoas, entre aquilo que pensam, dizem e fazem, não gostei deste ano, foi um ano cruel, foi um ano sangrento, de muito sofrimento, um ano muito frágil onde a mentira muitas vezes se sobrepôs à realidade.
Subscrevo, Alice. Foi mesmo um ano muito difícil e alucinado (loucura que parece tocar muito democraticamente a todos nós).
ResponderEliminarMagnífica ilustração.
Um beijinho.
De acordo! É difícil assistir a tanta loucura e ver que, para os loucos, o sofrimento dos outros não os atormenta.
ResponderEliminarFeliz e Próspero Ano Novo, Alice.
Uma braço
Ano estranho este.
ResponderEliminarBeijinhos e que 2023 seja de mudança para positivo
Não só não gostei deste ano, como também não gostei da forma como a pandemia transformou as pessoas e o mundo...
ResponderEliminarTambém tenho essa perceção! Votos de excelente Ano Novo!
ResponderEliminarObrigada, Francisco, votos de um bom ano para si e todos os seus. Um abraço
ResponderEliminar"Parece-me que há um estado de loucura crescente entre as pessoas, entre aquilo que pensam, dizem e fazem"
ResponderEliminarInteiramente de acordo.
Vamos ter esperança.
Um Bom Ano.
Obrigada, Maria, um bom ano para si e para os seus. Um abraço
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