
Uma flor ergue-se num muro de um jardim e recolhe as gotas de água caídas do céu, nuvem passageira, nuvem generosa que acalma a sede. Essas gotas percorrem as pétalas sedosas e delicadas, como carícias descem devagar, percorrendo cada pedaço, descendo até ao caule, alimentando a raiz. Lambendo o perfume. A manhã emerge devagar assistindo àquele pecado.
Excelente partilha!
ResponderEliminarFeliz dia, Alice!
Muito linda a fotografia.
ResponderEliminarUm texto que é poesia a condizer com a beleza da flor.
Não conhecia a canção...
Obrigada
Mena