
Ilustração William Kay Blacklock
Voltei às agulhas, é um exercício pelo qual tenho muito apreço, é para mim comparável à escrita, leva-me para outro patamar emocional, descontrai-me profundamente cruzar as linhas, e conseguir uma após outra, tal como passo a passo chegar ao final do caminho. É algo que podemos fazer na companhia de outras pessoas, mas que exige de nós uma solidão mental, que leva a silêncio consciente que apazigua o cérebro.
Também gosto de tricot, crochet e costura para descontrair mas nem sempre tenho tempo!
ResponderEliminarEu também, agulha ali escrita acolá
ResponderEliminarNão gosto de tricotar, mas sinto o mesmo a bordar.
ResponderEliminarBeijinhos
Eu gosto de fazer crochet!
ResponderEliminarNada que leve muiiiiiiiiiiiiito tempo.
Mas que é uma forma de acalmar a mente , lá isso é...
Mena
É sempre bom uma pessoa ter algo para entreter a ideia e não se pôr a pensar em coisas menos boas, como são, por exemplo, as doenças. Deixo o meu elogio.
ResponderEliminar.
Cordiais saudações.
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Há muito tempo que não o faço, mas gosto.
ResponderEliminarBeijinhos
Tenho feito enquanto vejo televisão.
ResponderEliminarBem bom, pequenos prazeres que nos enchem o coração.
ResponderEliminarBoa noite, Alice!
ResponderEliminarTambém sei bordar, mas neste momento o que mais me satisfaz é o tricot.
ResponderEliminarBeijinhos
Também sei fazer crochet, tenho uma manta modelo COVID, feita durante o confinamento. Quando não tenho muita paciência para me concentrar opto pelas mantas.
ResponderEliminarBeijinhos
É verdade, criar algo com as nossas próprias mãos acalma-nos a mente, e mesmo para quem não saiba fazer, só o simples facto de nos pormos em linha com a aprendizagem provoca em nós um outro ânimo.
ResponderEliminarAbraço.
É sempre tempo de começar. Há por aí fios tão bonitos que são uma tentação.
ResponderEliminarBeijinhos
Obrigada, José. Boa noite.
ResponderEliminarCompletamente de acordo
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