
Ilustração Anne Cotterill
É surpreendente como vivem as flores através duma pintura, deixando pela mão de quem as pintou o seu perfume em modo infinito, colocadas na tela são eternizadas pelo momento, ficaram junto delas e assim capturadas: a luz daquele dia, a melancolia daquela tarde e a finitude de um pensamento.
Há sempre um anjo que vela
Sob a forma de um gesto
De uma palavra
De um sopro
De um acorde
De um abraço
De um voo súbito
De uma canção.
Ao alcance do que nem pedimos.
O poema é de Maria José de Barros
À sempre um anjo
ResponderEliminarAdorei o poema e a ilustração!
ResponderEliminarGrata pela partilha!
Que belo quadro
ResponderEliminarBonito poema! Muitos parabéns pelo destaque.
ResponderEliminarBoa noite, Alice!
É surpreendente os assuntos que são destacados. Parece que são para crianças!
ResponderEliminarSimples e tão bonito Alice.
ResponderEliminarObrigada pela partilha.
Beijinhos
Tem sempre o livre arbítrio de não o ler. Vulgarmente chamado de escolha de adultos.
ResponderEliminarObrigada, José.
ResponderEliminarBoa noite
Lindo, descobri que a pintora dedicou grande parte da sua vida a pintar flores e a tentar captar de forma sublime a luz que recai sobre elas, tem pinturas lindíssimas.
ResponderEliminarObrigada, Ana.
ResponderEliminarÉ verdade, há sempre alguém ou algo que nos acompanha nas mais diversas ocasiões em que temos dúvidas.
ResponderEliminarTalvez o maior encanto da descoberta seja encontrar nas coisas simples o sentido da vida, muitas pessoas apenas encontram isso quando confrontadas com situações que as conduziram a extremos.
ResponderEliminarBeijinhos
Lindo
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