A beata de cigarro também é lixo

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Hoje surpreendi-me com este bote, em Setúbal, um barco cheio de beatas que simboliza no fundo uma pequena parte daquilo que pode ir parar às águas dos nossos ribeiros, rios, mares, oceanos e daí integrar-se na cadeia alimentar, levando à morte de muitas espécies que se alimentarão delas como se de algo natural se tratasse. Uma a uma. De dimensão reduzida. Escondidas na areia da praia, ou entre as pedras da calçada, levada para os bueiros pelas águas da chuva, ou até pela acção humana. Pensar que algo tão pequeno não tem a mesma proporção em importância é errado. Como podemos ver, ali naqueles frascos provavelmente estarão milhares de acções de indivíduos que não reflectiram naquilo que estavam a fazer. E mesmo que seja só uma vez, uma vez vezes muitas são números infinitos.  O objectivo destas campanhas de voluntariado é limpar o ambiente, o meu aqui neste postal é demonstrar que existe muita gente que dá do seu tempo para o bem comum. Obrigada. 


 


 

Comentários

  1. Continuam a deitar muitas beatas para o chão. Um hábito que está enraizado na mão. O melhor seria não fumarem, para não escurecerem o pulmão.
    Boa semana, Alice!

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  2. Tem razão José, deixar de fumar era a solução ideal.
    Obrigada e uma boa semana também para si.
    Abraço.

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