


Perder a manhã
assim:
no eco profundo
do verdilhão distante
caindo doce
como cascata de flores
no voo enlaçado
de duas borboletas
enamoradas
na dança lenta
de ramos floridos
cedendo à sedução
da brisa
Perder assim
a manhã e o corpo
deixando um sorriso
ganhar asas
e pela graça do sol
ser malmequer de luz
Poema de Pedro Belo Clara
Ilustração Francesca Cosanti
Belo poema
ResponderEliminarSedução irresistível. nham nham,
ResponderEliminarAdorei Alice
ResponderEliminarBeijinho
Gostei muito do poema e da ilustração!
ResponderEliminarObrigada
Mena
Obrigada pela partilha, muito bonito.
ResponderEliminarBeijinhos
Cara Alice,
ResponderEliminarMuito obrigado pela sua escolha, que muito me honra.
Fico feliz por saber que apreciou este poema.
Deixo-lhe os meus melhores votos.
Abraços,
Pedro BC.
Obrigada, Pedro, pelas suas simpáticas palavras. Que boa surpresa ter por aqui o autor deste intrigante poema, talvez isto também se defina como "um sorriso ganhar asas".
ResponderEliminarAbraço e muita Saúde.
Foi um feliz "acaso" que me levou ao seu blogue... E ainda bem.
ResponderEliminarTambém para mim foi uma boa surpresa descobrir este poema aqui publicado. Creio que, ao vê-lo, também me assomou aos lábios um desses sorrisos que ganham asas...
Renovo os meus agradecimentos, com os melhores votos para si e para os seus.
Até breve.
PBC.
Talvez dos melhores sorrisos, sorrisos voadores que poisam onde lhes dá na gana. Quem sabe se tornem em bandos.
ResponderEliminarObrigada, Pedro, muita Saúde para si e para quem mais ama.
Abraço.