
Rompi o cimento do caminho onde caí semente.
Tenho pétalas claras e uma haste segura.
Vejo o céu do fundo da vida, sem sombras
que me façam as outras coisas. Gosto
desta solidão quando tudo é azul e o sol
não queima. Porém, está decidido:
no inverno morrerei.
Poema de Virgínia do Carmo
Grato pela partilha!
ResponderEliminarBom fim-de-semana!
Obrigada, José. Bom fim de semana.
ResponderEliminarNão conhecia esta poetisa, gostei.
ResponderEliminarBeijinhos
A flor do jarro silvestre a ilustrar um poema muito bonito.
ResponderEliminar"no inverno morrerei" ! Eu também me sinto assim em cada Inverno mas nada como a Primavera para a vida renascer!
Mena