
Volto sempre aqui. Ao meu lugar de mim.
A serenidade pousa na rocha mais alta. No meu lugar.
O vento cresce na tarde e evoca a noite. No meu lugar.
O amanhecer despe a noite como uma camisa de cambraia. No meu lugar.
O amanhã trará no colo uma braçada de flores.
O ar de alfazema deitar-se-á na minha cama.
Nos meus lugares espalhados.
Em partículas de mim. Eu. O outro nome da noite.
Poema de Lília Tavares
Lindo! Uma maravilha de poema.
ResponderEliminarUm dia muito feliz Alice.
Bjs
Bom dia, Olga. Obrigada, um dia feliz, também para ti.
ResponderEliminarBjs
Obrigada por dar a conhecer tão belo poema!
ResponderEliminarMena