
Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.
Poema de António Ramos Rosa
Muito bonito!
ResponderEliminarBoa noite!
Uma bela fotografia das flores da silene.
ResponderEliminarUm poema muito interessante.
Mena