
Tudo é fugaz
entre o desenho do teu pé na areia
e a onda que desfaz
a marca
entre a guerra e a paz
retomo fisicamente o poema a onda
constante meditação primeira.
Nós e as coisas.
Nada permanece que não seja
para a necessária mudança
que diga o mar.
Poema de Manuel Rui
gostei
ResponderEliminarQue bonito. Quase que comovias o Patife. ;)
ResponderEliminarLindos! O poema e a fotografia.
ResponderEliminarMena
Obrigada.
ResponderEliminarObrigada Mena.
ResponderEliminarObrigada Patife. Esta Serra e este rio comove, quer pelo cheiro, quer pela paisagem, enfim por aqui podemos sentir quase todos os tipos de sentimento. Sendo um deles matéria de estudo no blogue do Patife. :-)
ResponderEliminarMuito bonito!
ResponderEliminarBom fim-de-semana!