
Ilustração Andrea Calisi
Pode parecer repetitivo, e é. É como se andássemos naquela roda de rato, andando sem parar, sempre no mesmo sítio. E é isto que perdura há cerca de um ano, enquanto arrastamos connosco a mala cheia de dúvidas, medos, projectos. E o caminho continua, estamos a vê-lo, uns dias estreito, outros largo, mas há medida que o tempo passa, a mala vai estando mais pesada, e não podemos parar, porque o tempo não pára, continuamos, como numa maratona, doendo, doendo, já sem dar por isso, apenas seguimos.
Tenho feito, grande parte desta viagem por aqui, foram muitas horas aqui a partilhar as minhas emoções, confesso que isso me fez muito bem, deu leveza à minha mala.
Que bom que a escrita ajude a tornar este carrego mais leve. Muita saúde e muitas horas de boas leituras e escrita.
ResponderEliminarGrande verdade.
ResponderEliminarAna Bela
Parece ser uma viagem interminável...
ResponderEliminarMas a forma como fazemos o caminho pode torná-la mais leve!
A viagem só vai acabar (mais ou menos) bem, se todos chegarmos a um porto seguro.
Já perdemos muitos viajantes pelo caminho .
Para os países pobres nem sombras de vacinas.
Vamos fazendo o caminho amparando-nos nas palavras e imagens que por aqui nos acompanham.
Mena
Como te percebemos. Acho que é um sentimento comum de desgaste.
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