
Ilustração Ana Gaman
Andamos por aqui há tanto tempo, sempre com as mesmas questões, numa filosofia cliché. Como se fosse surpreendente não ser, ou ser e não dizer. O fui, mas já não sou. A vida e a morte. Amor e o desamor. Doença e saúde. Pobre que é rico, e rico que sabe que é pobre. O final feliz. O dia mais feliz da vida, quando ainda se vai a meio dela. Homem não chora. Mulher perde a beleza com o tempo, homem envelhece melhor. O melhor do dia. O pior da semana. O mês mais curto. O annus horribilus.
Gostei
ResponderEliminarJá nada nos abala, tudo é normalidade: "O pouco espanta, o muito abranda"
ResponderEliminarBoa noite!
Faz-me lembrar um sketch sobre um funeral em que alguém que de facto dizia algo novo era mal visto... Assim teve de ficar pelo "é a vida" :-))))
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