
Não te chamo para te conhecer
Eu quero abrir os braços e sentir-te
Como a vela de um barco sente o vento

Não te chamo para te conhecer
Conheço tudo à força de não ser

Peço-te que venhas e me dês
Um pouco de ti mesmo onde eu habite
Poema de Sophia de Mello Breyner Andersen , in No Tempo Dividido
Muito bonito!
ResponderEliminarBoa noite
Tão bonito Alice!
ResponderEliminarBeijinhos
Feliz Dia