
Ilustração Pascal Campion
E as pessoas ficaram em casa.
E leram livros e ouviram.
E descansaram e se exercitaram.
E fizeram arte e brincaram.
E aprenderam novas maneiras de ser.
E pararam.
E ouviram fundo
Alguém meditou
Alguém orou
Alguém dançou
Alguém conheceu sua sombra
E as pessoas começaram a pensar de forma diferente.
E pessoas se curaram
E na ausência de pessoas que viviam de maneiras ignorantes,
Perigosas, sem sentido e sem coração,
Até a Terra começou a se curar.
E quando o perigo terminou.
E as pessoas se encontraram.
Lamentaram pelas pessoas mortas.
E fizeram novas escolhas.
E sonharam com novas visões.
E criaram novos modos de vida.
E curaram a Terra completamente.
Poema de Kathleen O'Meara (1839-1888)
Tu desencantas coisas sempre tão bonitas...
ResponderEliminarEste poema é maravilhoso, e como é possível que seja tão visionário...
ResponderEliminarO poema não é da escritora escritora Kathleen O’Meara (1839-1888)!!!
ResponderEliminarNa realidade há uma grande confusão generalizada.
O poema pertence a Catherine M. O’Meara, uma advogada criminalista que vive no Michigan, nos Estados Unidos, e foi publicado no seu blog no dia 16 de março de 2020.
Nem tudo o que se lê na internet é verdade!
É isto? https://the-daily-round.com/2020/03/16/in-the-time-of-pandemic/
ResponderEliminarEsse poema é de uma professora aposentada americana. Ela publicou em seu blog dia 16/03/2020. Seu nome é Catherine O’meara
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