
Todas as palavras
rugem repetidamente
contra a rocha negra.
Tremem
frente ao ramo antigo.
Espalham espuma
em sílabas de luz.
E eu
mar
eu que sou teu filho
estou aqui, pacífico inquieto
com a minha pequena oficina de palavras
e quero tão só acrescentar
o pálido sussurro dos meus lábios
ao bater das tuas ondas.
Poema José Fanha
Lindos: a fotografia e o poema! Obrigada.
ResponderEliminarTodos somos filhos do Mar.
A água foi o nosso primeiro refúgio...
O embalar do mar, no ventre da nossa Mãe.
Mena
Lindo poema!
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