
A vida é assim: frágil, fugaz, vibrante. Hoje estamos aqui, amanhã não sabemos. Mas terá a vida algum valor especial e único se não a sintonizarmos com a natureza? Se não formos solidários e empáticos com os nossos semelhantes?
A vida tornou-se tão desinteressante enquanto comemos regalados em frente ao ecrã vendo notícias de guerra e imagens de refugiados, quando somos autoritários perante outros por os julgarmos pelo que vemos, como se essa pele fosse o único indicador daquilo que temos à nossa frente.
Que sabes tu de mim? Do que leio e daquilo que penso? Do que já vivi e das escolhas que tive de fazer? Nada. E do nada tiras conclusões.
Hoje é um dia diferente, daqui a quatro anos haverá outro, é um dia que vivemos de quatro em quatro anos, é um resto, uma nova oportunidade, um novo amanhecer, mais uma noite, mais uma espera. É a vida que se movimenta esperando por mudanças.
Deixei de ter paciência, deixei de tentar compreender a estupidez da altivez, não quero desculpar mais o preconceito exercido por pessoas adultas e supostamente informadas e formadas. Quero pertencer e poder alcançar outros patamares de inteligência, que não estejam estratificados pela sociedade e pelas classes. Quero algo natural, tal como uma papoila que apenas dura um dia, mas que esse dia seja vibrante e não extenuante. Quero poder sentir prazer a cada dia, naquilo que faço, naquilo que sinto e naquilo que é a minha opinião.
Excelente reflexão, Alice!
ResponderEliminar(subscrevo cada palavra...)
Bom fim-de-semana!
Obrigada
ResponderEliminarBom fim-de-semana
Bom Domingo (que seja um de cada vez e chegue de mansinho)
ResponderEliminarObrigada
ResponderEliminarBoa semana
Boa reflecção ;)
ResponderEliminarUm excelente Domingo!
Que todos nos contagiemos pelo que é essencial.
ResponderEliminarBom domingo e boa semana!