"Aquela que foi considerada a maior comunidade de cavalos-marinhos do mundo, enfrenta hoje sérios riscos de desaparecimento.
Uma equipa de mergulhadores, fotógrafos e cientistas embarcam numa missão pelas águas labirínticas da ria Formosa, com o objetivo de salvar um dos tesouros mais valiosos de Portugal, o enigmático cavalo dos mares."
Apouco e pouco, vamos destruindo tudo!
ResponderEliminarTenho tantas saudades dos cavalos-marinhos... tão presentes durante a minha infância...
ResponderEliminarBeijinhos
Uma triste verdade, quando valores mais altos se levantam...
ResponderEliminarMais um ponto em comum, há uns anos nas praias da Arrábida, consegui ver cavalos-marinhos à beira d'água, hoje não sei como estão, mas com a aproximação das dragagens temo que desapareçam, as pessoas preferem ter uma "auto-estrada de navios e paquetes" coisa que julgam muito saudável, a ter estes pequenos - grandes - tesouros. Tristeza.
ResponderEliminarQuando era miúda, os cavalos-marinhos fascinam-me... brincava com eles dentro de água (eles deixavam-se tocar)... era incrível...
ResponderEliminar(na "Deserta", no lado oposto à Ilha de Tavira, onde passei a minha infância, havia uma "comunidade" gigantesca...)
Eu ia apanhar ameijoas ao largo de Olhão, canivetes, e ostras( tinham outro nome que não me recordo), enguias, aprendi a distinguir os buraquinhos de diversos bicharocos. Uma maravilha! Íamos de bote, até aos viveiros, esperávamos que a maré baixasse e ficávamos por lá até a água voltar a subir, ficava com as unhas pretas.
ResponderEliminarAqui, aos "canivetes" chamamos "lingueirões" e às ostras, "cascabulhos"!
ResponderEliminarTenho tão boas memórias de infância... passava o verão inteiro a acampar na praia e passava os dias a brincar na água... a apanhar os mais diversos tipos de marisco (havia imenso, de tudo!!!...) e a pescar... tenho tantas saudades desses tempos (de perfeita Liberdade)...
Sim, canivetes é como se diz em Setúbal, as ostras eram mais pequenas, mas não tinham esse nome, nunca consegui comer tal coisa, uma vez ainda tentei, mas deu-me a sensação que tinha engolido um olho e deitei aquilo para fora, bons tempos!
ResponderEliminarAté que comia agora uma caldeta de ameijoas...
Por acaso, também não sou apreciadora de ostras "ao natural"... só gosto em pataniscas!
ResponderEliminarEh pá! Essa nunca ouvi falar, sou fã de pataniscas.
ResponderEliminarAqui, a malta é muito criativa... faz pataniscas de "tudo" (ostras, berbigão, lingueirão... o que houver...)!!!
ResponderEliminarIsso não é justo! Para o ano vou provar essas delícias.
ResponderEliminarQuando quiseres... és Muito Bem-vinda!
ResponderEliminare vou comprar uma osga para por na minha sala.
ResponderEliminarQuando nos preparamos para destruir uma das zonas húmidas mais importantes do Mundo (e maiores) acha que alguém quer saber dos cavalos marinhos?
ResponderEliminarQuando vamos atacar uma das baías mais bonitas do mundo com dragagens mal estudadas acha que alguém quer saber dos cavalos marinhos?
Quando o lítio é a pouco vergonha que se vê, com um político a sair pela porta mais pequena de um programa de televisão mas mesma assim orgulhosamente arrogante (nada me toca), acha que alguém quer saber dos cavalos marinhos? (nada tenho contra uma exploração sustentável de lítio).
Provavelmente poucos querem saber, mas a inércia é o pior cancro que podemos ter na sociedade, quando alguém se move para mostrar ao mundo o que de melhor temos, os nossos tesouros vivos, a forma como a natureza é parte de nós, é para mim de louvar e de partilhar.
ResponderEliminarO Estuário do Tejo e do Sado é um assunto obscuro, pois mesmo com estudos que apresentam o mal que poderá daí advir, continuam-se a proclamar aos quatro ventos que é bom, e as pessoas acreditam, porque não se interessam por mais, só querem saber do aqui e agora, esta semana atracou em Setúbal um paquete de uma dimensão razoável, foi uma festa nas redes sociais, e que venham mais...agora é que a cidade vai ficar moderna, etc, etc...são poucos os que querem saber da poluição que esse tipo de barcos acarreta, só interessa a fotografia...no final somos uns pacóvios.
Moro a dois passos da Ria Formosa. Felizmente para os cavalos marinhos que é raro que dêem à costa. É uma espécie a preservar no mar como o são os camaleões e os ouriços cacheiros em terra. Já me aconteceu várias vezes ter que parar o carro para pegar nos ouriços e nos camaleões "distraídos" e afastá-los para lugar seguro. Como é bela a fauna algarvia.
ResponderEliminarÉ sem dúvida um privilégio morar aí, e sim todos temos o dever de proteger a natureza, não seria preciso fazer muito, bastaria cada um fazer a sua parte. Bem haja pelos seus actos, precisamos desses exemplos, e a melhor educação é pelo exemplo.
ResponderEliminarPercebeu que eu estava a ser irónico :-)
ResponderEliminarDesde que vi gente em pulgas porque numa vila da margem sul do Tejo ía, supostamente, abrir um restaurante de fast-food e o grau máximo do desenvolvimento era esse, já não digo nada...
Já nos "conhecemos" há quanto tempo?
ResponderEliminarE as "noites brancas"? Superam qualquer manifestação de insatisfação: política, social, ambiental...
:-)
ResponderEliminarUi, se superam!
O melhor é organizar uma dessas festas e depois(de um certo tempo, ou rodadas) encaminhar as pessoas para as manifestações.
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