
Era uma das flores preferidas da minha mãe, muitas vezes enfeitaram a jarra lá de casa, ou em ramos de promessas na igreja.
Não sabia eu o quanto esta flor teve significado na vida de tantas pessoas: leiam o artigo de Joaquim Castro Gonçalves, Historiador de Arte, na Revista Jardins: As Camélias de D. Isabel.
A terra do meu marido chamam-lhe japoneiras.
ResponderEliminarAqui, quando era miúda, onde se viam as camélias era mais junto à cemitérios. Talvez por isso as associe à morte. Têm a sua beleza e a folhagem pode ser bastante duradoura. Quando caem no chão apodrecem e novamente me reportam a sentimentos menos bons.
Para ti lembra te a tua mãe.
Associamos coisas às nossas boas e más memórias...
Bom fim de semana
Lês-te o artigo?
ResponderEliminarÉ das minhas flores preferidas. Tenho uma árvore, mas nunca a consegui fazer vingar, para muita pena minha.
ResponderEliminarPenso que por estaca dá para plantar, têm que ser ramos jovens e é feito na Primavera, o vaso deverá ficar à sombra, pelo menos com o meu sogro resultou, mas com ele qualquer planta pegava. É tentar e tentar. :)
ResponderEliminarAdoro camélias. Obrigada pela partilha!
ResponderEliminarConfesso que quando comentei, não consegui aceder ao link no tlm. Agora já li. As camélias afinal têm um significado ainda mais intenso na história de um país ou de dois.
ResponderEliminarNão conhecia a história.