
Este tipo de agricultura intensiva causa a erosão dos solos, a destruição de linhas de água e a eliminação de corredores ecológicos, além do aumento do uso de fertilizantes e pesticidas que contaminam os sistemas de água.
A recolha das azeitonas é feita à noite o que leva à mortandade de muitas espécies de pássaros. O olival intensivo tem um custo ambiental insuportável para as gerações futuras, diminuindo a biodiversidade e descaracterizando a paisagem natural, contaminando as linhas de água. Em Beja tapam-se ribeiras, retiram-se pedras, desfazem-se de tudo que possa retirar o lucro, não se ouvem chilreares, nem morcegos, apenas dinheiro fácil, porque nem empregos nem nada que valha a pena.
Triste é ver que não evoluímos, dez anos depois, estamos à beira de criar um deserto.
É realmente preocupante o que está acontecer nos campos do Alentejo!
ResponderEliminarE não é só com o olival intensivo. Acontece o mesmo com o amendoal...
Aquilo que se destrói, de fauna e flora e recursos naturais, com este tipo de exploração intensiva e abusiva do solo não pode ser reparado...
Mena
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