
O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio
que se estende à minha frente
na despedida do estio;

O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio
e eu sou barco, sou gaivota,
sou onda leve e lenta
que cobre a areia sedenta;

O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio,
amante doce e tranquilo
em que diluo minha vida,
que vai e me leva a mágoa,
que me liberta na volta
qual fénix renascida.
Poema de Vanda Sôlho
é a torre do relógio da figueira?
ResponderEliminarSetúbal, lota dos pescadores, era o relógio que "chamava" as mulheres para as fábricas de peixe quando havia peixe na doca, à chegada dos barcos.
ResponderEliminarMuito bem :)
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