também eu tenho arrepios ao ver essas aves de rapina de duas pernas, são piores que o lobo do capuchinho vermelho e andam sempre com o saco do bicho papão, aquele que rouba as chupetas aos bebés.
É... agora há teses para constatar o óbvio. Há coisas em que todos nós somos doutores. Basta ter olhos na cara e olhar. Olhar é ainda mais importante pois há quem tenha olhos na cara mas não veja. E todos nós sabemos que gaivota é um animal muito preparado, extremamente oportunista que não perde a oportunidade de se alimentar do que quer que seja .
É arrepiante, constatarmos que para aquilo que se vê através de um olhar mais atento não vale nada, a não ser que venha acompanhado de um diploma, é preciso que outros confirmem, mesmo que não percebam nada do assunto.
Nesta altura do ano acontece também outro fenómeno: anda muita gente admirada por aparecerem tubarões ao longo da costa, cá por mim devem ter saído do aquário e andam por aí a passear. Ou isso ou é inveja, que é uma das grandes preocupações dos veraneantes.
Lembro-me agora de certa vez um tio meu (que foi quase irmão mas que se perdeu por aí na vida) e que era (ou é) um excelente trolha, daqueles profissionais muito bons. E certo dia, ao fazer um trabalho com a colher e a talocha, vem um jovem engenheiro civil à beira dele, espantado, perguntar-lhe o porquê dele não estar a usar uma régua e esquadro para deixar o trabalho à esquadria. O meu tio vira-se para ele e pergunta-lhe se ele não sabe que a talocha tem quatro ângulos retos, cada um com 90 graus!
Infelizmente a humildade está-se a perder, e pior, passou do grupo das qualidades para o grupo dos defeitos. É pena.
Ena, esta tese de doutoramento descobriu a pólvora. É tamanha a descoberto que espero que os meus impostos não estejam a financiar a mesma.
ResponderEliminarAlém disso, tenho mais medo das aves de rapina de duas pernas e que não têm penas.
também eu tenho arrepios ao ver essas aves de rapina de duas pernas, são piores que o lobo do capuchinho vermelho e andam sempre com o saco do bicho papão, aquele que rouba as chupetas aos bebés.
ResponderEliminarÉ... agora há teses para constatar o óbvio.
ResponderEliminarHá coisas em que todos nós somos doutores. Basta ter olhos na cara e olhar. Olhar é ainda mais importante pois há quem tenha olhos na cara mas não veja.
E todos nós sabemos que gaivota é um animal muito preparado, extremamente oportunista que não perde a oportunidade de se alimentar do que quer que seja .
É arrepiante, constatarmos que para aquilo que se vê através de um olhar mais atento não vale nada, a não ser que venha acompanhado de um diploma, é preciso que outros confirmem, mesmo que não percebam nada do assunto.
ResponderEliminarNesta altura do ano acontece também outro fenómeno: anda muita gente admirada por aparecerem tubarões ao longo da costa, cá por mim devem ter saído do aquário e andam por aí a passear. Ou isso ou é inveja, que é uma das grandes preocupações dos veraneantes.
Lembro-me agora de certa vez um tio meu (que foi quase irmão mas que se perdeu por aí na vida) e que era (ou é) um excelente trolha, daqueles profissionais muito bons. E certo dia, ao fazer um trabalho com a colher e a talocha, vem um jovem engenheiro civil à beira dele, espantado, perguntar-lhe o porquê dele não estar a usar uma régua e esquadro para deixar o trabalho à esquadria. O meu tio vira-se para ele e pergunta-lhe se ele não sabe que a talocha tem quatro ângulos retos, cada um com 90 graus!
ResponderEliminarInfelizmente a humildade está-se a perder, e pior, passou do grupo das qualidades para o grupo dos defeitos. É pena.