O retorno, a água é vida...


 


Ilustração John Shelley


 


 


 


Era uma vez uma gotinha de água que vivia no mar sem fim.


Juntamente com as suas irmãzinhas formavam o Mar.


Um dia, a menina Gotinha de Água estava a dormir, a sonhar,…


Então o Sol beijou-a e logo ela subiu no ar.


No céu, olhou à sua volta e viu milhões de gotinhas como ela boiarem no ar.


Vieram os ventos e começaram a empurrar aquelas nuvens e a gotinha viajou por muitas terras…


 


 


 


Texto de Papiniano Carlos (1918-2002), A menina Gotinha de Água, um livro editado nos anos 60 e que merece ser lido em qualquer idade. 


 


 



 


 


Alice Alfazema


 

Comentários

  1. Bom dia, está tudo bem por aqui no blog? Estou a abrir o blog e a ver tudo desconfigurado :-/

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  2. Olá Pedro! Eu aqui vejo tudo bem. Aparece desconfigurado, as imagens...textos?

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  3. Receio bem estar a ver o blog com problemas. Se persistir, amanhã peço aos meus colegas para verificarem o que se passa.

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  4. Gostei tanto de ler esta história quando era miúda, para mim não perdeu o brilho, e ainda hoje continua-me a fascinar. A música é um complemento que me soa tão bem, as vozes fazem-me lembrar as gotas de
    água que caem e enchem o mar, é como se caíssem uma a uma numa chuva miudinha cheia de bruma.

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  5. A mim, levou-me ao brilhantismo que a minha professora da 3.ª e da 4.ª classe que, não obstante com muitas práticas alusivas ao Estado Novo, levava para as suas aulas a fazia-me sonhar, estimulando ainda mais a minha criatividade.
    Normalmente, depois, em grupos, tínhamos que, em 10 a 15 min arranjar uma forma de dramatizar a história. Ou seja, todos estávamos atentos, até porque não sabíamos o que vinha a seguir, caso não gostássemos da atividade e se o resultado não fosse o esperado... Ai!!!! Se os "ai" nos fizeram mal? Sinceramente penso que não. Com ela aprendi coisas que vieram a ser úteis no ensino superior. E tive-a no final da 1.ª metade dos 80s.

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  6. Também li esta história na primária, onde aprendíamos o ciclo da água, mas isto era muito mais que isso, não havia apenas um propósito, é isso que faz falta neste momento, agora existe muita formatação do individuo, não há espaço para responder de uma outra forma porque se diz que está errado, o pensamento crítico deixou de ser valorizado e aqueles que repetem religiosamente o que aprenderam são os melhores. É muito triste ser enclausurado dentro do próprio corpo. Quanto à disciplina...é necessária sem dúvida, ela serve em muitos aspectos da vida, e se não a prendermos enquanto crescemos, quando é que o vamos fazer? Nunca.

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  7. Concordo.
    Antes, adorava lecionar CN. E fui praticamente prof só de CN durante muitos anos pois adorava explorar as diferentes respostas que me eram dadas. O desafio era enorme, inclusive para mim (Afinal, por que é que o aluno pensa assim?). Vieram as Lurdinhas e as ideias de gabinete... passei sobretudo a prof de mat, cada vez mais envolvido em projetos relacionados com psicologia. O encanto das CN já não é o de antes. Pode parecer estranho, mas sempre dei o programa todo, mesmo explorando as ideias dos alunos, com imensas experiências. Vieram os ilustres, as formatações... e cumprir o programa não é tarefa fácil.

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  8. Bom dia, esta manhã parece estar tudo bem. Pode ter sido um problema momentâneo :) Boa semana também!

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