A vida, acredita, não é um sonho
Tão negro quanto os sábios dizem ser.
Freqüentemente uma manhã cinzenta
Prenuncia uma tarde agradável e soalhenta.
Às vezes há nuvens sombrias
Mas é apenas em certos dias;
Se a chuvada faz as rosas florir
Ó porquê lamentar e não sorrir?
Rapidamente, alegremente
As soalhentas horas da vida vão passando
Agradecidamente, animadamente
Goza-as enquanto vão voando.
E quando por vezes a morte aparece
E consigo o que de melhor temos desaparece?
E quando a dor se aprofunda
E a esperança vencida se afunda?
Oh, mesmo então a esperança há-de renascer,
Inconquistável, sem nunca morrer.
Alegre com a sua asa dourada
Suficientemente forte para nos fazer sentir bem
Corajosamente, sem medo de nada
Enfrenta o dia do julgamento que vem.
Porque gloriosamente, vitoriosamente
Pode a coragem o desespero vencer.
Poema é de Emile Brontë.
E as lindíssimas ilustrações são da artista colombiana Lorena Álvarez Gómez.
Alice Alfazema
Obrigada por divulgar este belo poema e estas ilustrações tão coloridas e criativas.
ResponderEliminarMesmo adequadas a um dia que amanheceu (cinzento de nuvens, poeiras e um ou outro pensamento /sentimento de saudade) mas que eu quero sentir luminoso!
Esta viagem que faço por aqui é sempre uma bela descoberta.
Mena
Obrigada, Mena, pelas suas palavras sempre tão queridas. O poema foi-me mandado por email, achei bonito e coloquei-o aqui, afinal estas palavras nunca vão passar de moda.
ResponderEliminarLindos, poema e ilustrações. O seu blog é maravilhoso.
ResponderEliminarObrigada pelas simpáticas palavras.
ResponderEliminar