#MeToo

Conclusão da semana:


 


A proclamação da República Catalã viola a Constituição espanhola, O Acórdão do Porto não viola a Constituição portuguesa.


 


 


Alice Alfazema

Comentários

  1. Ainda há dias relembrava que se não fossem os catalães Portugal hoje (muito provavelmente) não era independente. E Portugal também violou as leis espanholas para ser independente, e andou em guerra durante 28 anos, até que, finalmente, a Espanha reconheceu a nossa independência em 1668, apesar de só se falar de 1640. Talvez um dia os catalães também celebrem a sua independência de 2017...

    E Portugal também violou a Constituição quando se matou um rei e o príncipe herdeiro para depois se instaurar a República. Também se violou a Constituição quando os militares colocaram Salazar no poder. E também se violou gravemente a Constituição quando os mesmos militares fizeram cair a ditadura da cadeira a 25 de abril de 1974. E ainda muito recentemente se violou gravemente a Constituição quando um primeiro-ministro que a jurou cumprir e fazer cumprir, roubou salários, subsídios de férias, subsídios de desemprego, etc etc, e parece que por cá ninguém se importou muito com isso.

    E depois, o que eu gostava de saber é - como é que do ponto de vista legal as pessoas de um território podem-se tornar independente? Temos de voltar aos tempos de pegar em canhões e desatar a matar pessoas doutros territórios para sermos respeitados, criarmos um país e termos uma Constituição?

    Também já escrevi que isto da Espanha e da Catalunha parece uma relação de um casal, em que um se quer divorciar mas o outro não deixa. Tal e qual!
    http://multi-resistente.blogspot.com/2017/10/a-relacao-espanha-e-catalunha-como-se.html

    O que me deixa um bocadinho irritado, é ver o o ex-comentador da TVI que consegue sempre dar uma no cravo e outra na ferradura, ir a correr beijar o cu do rei espanhol, e dizer que em Portugal estamos todos contra a independência da Catalunha. Se o presidente nos representa a todos, então, deveria era ser politicamente correto e dizer que Portugal não se imiscuiu nos assuntos internos dos outros países. Fica sempre bem. Porque eu sou português e estou é contra a forma absurda que Rajoy está a tratar este assunto. Lamentável.

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