Se a alma tem sonhos e sonhos têm asas
Precisam voar,
Como um pássaro comum ou um albatroz
Depende de nós, soltamos a voz num canto de amor.
Se desprender do tempo, ser em qualquer tempo
O que bem quiser,
Demarcar espaços, se perder no espaço
Ofertar abraços, de ternura e fé.
Ruflar asas sobre sóis em brasa, se derramar em cascatas,
Beber o verdor das matas,
Descansar sobre os rochedos
Sem medo da imensidão.
Pois quem nasceu pra voar,
Não pode ficar no chão.
Poema de Jurema Chaves
Alice Alfazema
"Pois quem nasceu pra voar,
ResponderEliminarNão pode ficar no chão."
Adorei - é tão verdade. Um beijinho do tamanho dos nossos sonhos!
Lindo poema e com uma bela fotografia a condizer!
ResponderEliminarObrigada
Mena