- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii! Aiiiii! Aii! Ai que horror!
- Ai meu Deus, que horror!
- Ai que horror. Ai que horror.
- Aqueles olhinhos a olharam para mim. Ai que horror.
- Eu sei que aquilo não está vivo...
Exemplar de osga encontrada por mim no Verão de 2017, perto de uma parede e junto a ervas rebeldes que cresciam sem ninguém lhes ter dado autorização para isso. Morta e já seca, mumificada, sem nada por dentro, sem olhinhos, totalmente morta, que não mexe mesmo, que não vai voltar a ficar viva, que nunca mais vai fugir da água ou de alguém, mas que ainda aterroriza mulheres adultas e poderosas. Sim eu venci o medo e peguei-lhe, primeiro com luvas, depois já nem isso, e porque venceste o medo Alicinha Contina? Porque a vontade de pregar partidas é maior que o meu medo.
Ai que horror!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Alice Alfazema
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh...
ResponderEliminarEu era uma boa vítima...com a facilidade que me assusta e o medo que tenho desse tipo de bichos...
Vou-me já embora, porque já estou toda arrepia...
E as osgas algarvias ainda são mais rechonchudas, grandes, clarinhas, meigas, fofas, queridinhas...
ResponderEliminar- "Que horror!", é a típica exclamação de criança urbano-depressiva estilo flor-de-estufa, que ganha resistência a tudo que venha da Natureza e de fora do seu mundinho impermeabilizado e higienizado, onde vive no seu habitat em perfeita segurança.
ResponderEliminarNeste caso era medo puro, uma mulher com medo grita qualquer coisa.
ResponderEliminarCuidado com essas afirmações pá, porque eu senti aí nessa frase qualquer coisa que possa violar as regras da igualdade de género, e se alguém grita aos sete ventos, vai que a Comissão para a Igualdade encerra já o teu blogue!
ResponderEliminarAgora a sério, eu conheço esse tipo de pessoas (eu escrevi pessoas, não escrevi mulheres!) aliás, eu tenho uma amiga (mera coincidência ser mulher!) que se me vai lá a casa, e vê um opilião algures, desata aos gritos que está a ver uma aranha e diz que a tenho de matar! (uma atitude muito ecológica por sinal!)