Foi calmo, entre lavagens de loiça, destralhação de objectos não recuperáveis, mais lavagens, e pó, e teias de aranha, e a descoberta de uma barata já seca lá nos confins de um armário e vestigios de argentinas também elas já mumificadas.
E eis que chega a tão desejada hora de almoço, a sagrada refeição que nos faz recuperar da dureza do labor, vou então ao frigorífico e tiro a minha caixa com a comida, testapo-a com pressa e fome, e fico pasmada a olhar para o que está lá dentro, arroz com ervilhas, arroz com ervilhas, arroz com ervilhas, a caixa cheia com arroz com ervilhas. Bolas! Troquei a caixa...Uma colega amorosa ainda me disse: queres um bife dos meus? Ainda há gente boa neste mundo.
Alice Alfazema
Bom Alice, não foi o melhor mas fica para recordar :-)! Manhã será bem mais fácil. Beijinhos :-)
ResponderEliminarPara a fome não há ruim pão.
ResponderEliminarPois é, mas fui comer uma sopa, num sítio ali perto e que estava um delicia, quanto ao arroz levei-o outra vez para casa e comemo-lo ao jantar.
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