Ao ler este artigo, que é basicamente uma pergunta e resposta, e como gosto muito delas, interrogo-me sobre: como seria o período experimental de um trabalhador se fosse vivido da mesma forma que a praxe académica, que é considerada por muita gente como de integração. Assim, e pelo que tenho lido ao longo dos anos em imensos comentários e artigos escritos por quem sabe o que isso é, julgo que seria deveras vantajoso pois, poderíamos ter melhores trabalhadores, que se tornariam felizes e audazes e as amizades prolongar-se-iam para a vida. Diminuiríamos assim o stress no trabalho, as guerrilhas de secretaria a inveja e outros males que acontecem nos locais laborais.
Alice Alfazema
Eu cá acharia estranho... estou a imaginar a malta da televisão aos pinotes enquanto tentam captar um plano de jeito. Ah ah ah
ResponderEliminarNão devia, mas...
ResponderEliminaraté era capaz de não ser má ideia.
ResponderEliminarNão me parece que os patrões quisessem ter, ainda que só no primeiro mês, o trabalhador sempre a faltar ao trabalho, por causa das constantes bebedeiras e comas alcoólicos do dia anterior, e vê-lo envolvido em constantes orgias lá num sítio mais recôndito, por mais que isso facilitasse a sua integração! Mas como nós pagamos impostos para os alunos humilharem os mais recém chegados, estou em crer que as empresas não enjeitariam a possibilidade de receberem subsídios para isso! Mas só mesmo ouvindo as entidades patronais sobre o assunto!
ResponderEliminarEntão vamos esperar para ver se alguma entidade patronal se manifesta por aqui.
ResponderEliminarMas se eu fosse patrão, logicamente não queria nada disso! E acho as praxes uma verdadeira aberração. E depois estarmos a pagar impostos para financiar a humilhação académica?! É que não sabe na cabeça de ninguém, só cabe mesmo nos partidos conservadores de direita, que por certo também nunca seriam favoráveis ao fim da escravatura ou ao voto da mulher.
ResponderEliminarFaz sentido, também podiam usar os capacetes para protecção nas praxes académicas.
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