Fotografia de Scott Kelly ver mais aqui.
Vou deixar um poema
bater as asas e voar
se for noite é morcego
ou talvez aquela ave
audível na noite serena
da qual só o seu canto
conhecemos.
Vou deixar um poema
bater as asas e voar
se for dia é pardal
ou talvez condor
planando no céu
ao viajar daqui
até aí.
Poema de António Branco
Alice Alfazema
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