Encontrei estas velhas palavras, escritas por mim num caderno que foi abandonado, já as escrevi no blogue, há tanto tempo, agora apetece-me escrevê-las de novo aqui, de uma outra forma, mas com o mesmo sentido, porque há coisas que não são perecíveis.
Há momentos que se pressentem e que não são perecíveis,
que rumam sem tempo,
dentro do nosso espaço...
servem de reflexão,
de exemplo,
de alento.
Sempre que encontro um desses momentos,
guardo-os,
e quando quero voltar a vivê-los dou-lhes cor,
e eles permanecem assim: intactos e tão apetecíveis de viver novamente.
Alice Alfazema
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