Pegou nas malas carregadas, e sentiu o peso reconfortante da alegria. Depois, andou pela avenida abaixo escondendo-se do Sol. Refrescou-se na fonte, mas antes confirmou que a água era potável. Quando chegou a casa, cansada e cheia de traça, comeu as malas enquanto via a novela das cinco.

Ilustração Peter Donnelly
Alice Alfazema
Delicioso conto!
ResponderEliminarRi e gostei! Pena é que já nem no sol nem na água se pode confiar! :-)
ResponderEliminarSão precisos mil olhos. :)
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