Eu acredito convictamente que sim. Quem escreveu o livro, detem o «seu cérebro» para escrever as suas ideias, crenças, opiniões, ilusões, filosofias, fantasias, ou simplesmente letras, tudo tem origem no «seu cérebro». Quem lê, interpreta aquelas ideias, crenças, opiniões, ilusões, filosofias, fantasias ou simplesmente letras com o «seu cérebro». Portanto, Sim. Ler um livro é uma conversa entre 2 cérebros. :) Eu sou fã destas conversas mudas. Ou não.
Acho que se pode considerar que sim! :) Imagino uma conversa entre alguém muito falador e um mudo (ou seja, algo semelhante a um monólogo). Supondo que não sabem linguagem gestual, o mudo critica para si mesmo o que ouve, no entanto não pode intervir. Não tem capacidade para alterar o rumo da conversa...
Sempre, Alice. Tantas conversas quantos leitores, nunca duas pessoas lêem a mesma obra de maneira idêntica. Não é a essa a grandeza da literatura?
ResponderEliminarEu acredito convictamente que sim. Quem escreveu o livro, detem o «seu cérebro» para escrever as suas ideias, crenças, opiniões, ilusões, filosofias, fantasias, ou simplesmente letras, tudo tem origem no «seu cérebro». Quem lê, interpreta aquelas ideias, crenças, opiniões, ilusões, filosofias, fantasias ou simplesmente letras com o «seu cérebro». Portanto, Sim. Ler um livro é uma conversa entre 2 cérebros.
ResponderEliminar:)
Eu sou fã destas conversas mudas. Ou não.
Sem dúvida! Cda livro é um mundo novo que se dá a revelar e altera para sempre quem o lê!
ResponderEliminarAcho que se pode considerar que sim! :)
ResponderEliminarImagino uma conversa entre alguém muito falador e um mudo (ou seja, algo semelhante a um monólogo). Supondo que não sabem linguagem gestual, o mudo critica para si mesmo o que ouve, no entanto não pode intervir. Não tem capacidade para alterar o rumo da conversa...
acho que é mais que isso.
ResponderEliminarnão se fica pelo cérebro, também mexe com os sentidos.
Sem dúvida!
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