Balancé


 


Pintura Angela Morgan 


 


Encontrei estas palavras que definem alguns momentos pelos quais passei, e por causa dos quais ganhei um arranhão monumental que cobriu por algum tempo grande parte das minhas costas.




Passava as minhas tardes a voar, para a frente e depois para trás

E assim sucessivamente.

Apenas balançando num movimento repetitivo, não havia nada em que pensar

Havia apenas que voar.




Retirado do blogue Parque da Poesia, façam o favor de o visitar para lerem o resto do poema.

 


 


Alice Alfazema

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