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Sentei-me aos pés do grande Eucalipto, e fiquei a apreciar o brilho mágico que o Sol transmitia ao Rio. O Vento soprava leve. Manhã gostosa. Ao longe uma aula de dança, a música chegava-me alegre aos ouvidos. Converso, não somos capazes de estar calados, é genético. O meu filho diz-me que o dinheiro e o tempo não vão para o caixão. Penso. Olho de novo o rio à minha frente. Vejo o brilho do Sol no Rio. Vejo os barcos que passam. Este é o meu tempo, estou a desfrutar dele, quero vivê-lo no presente. O meu tempo. O nosso tempo presente. Tens razão filho. As nossas conversas deram fruto. Pego no Tempo e levanto-me, vou até ao Rio, as pessoas passam, desfrutam do seu tempo. O Rio continua a brilhar.
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Alice Alfazema
Não vão para o caixão mas deviam.
ResponderEliminarTeremos uma eternidade de tempo morto
Bom Domingo
ResponderEliminarObrigada, igualmente.
ResponderEliminarÉ melhor gozá-los cá em cima, onde à mais claridade, espaço e autonomia.
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