Entre a liberdade e a igualdade




Penso que os povos democráticos  têm um gosto natural pela liberdade; entregues a si mesmos, procuram-na, amam-na. Entristecem-se quando lha tiram. Mas têm pela igualdade uma paixão ardente, insaciável, eterna, invencível; querem a igualdade na liberdade, e, se não a podem obter, querem-na mesmo na escravidão. Suportarão a pobreza, a servidão, a barbárie, mas não suportarão a aristocracia.


 


 


 Alexis de Tocqueville (1805-1859)


 


 


Alice Alfazema

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