Fotografia de ARTECULTURA
Os aglomerados transformaram-se, e, assim mais pessoas se juntam no largo, na praça, no jardim. As cidades tornaram-se objectivas, agora somos um número, que equivale a algo verdadeiro. A subjectividade ficou lá no mundo rural, onde os laços de pertença, ainda têm um forte significado. A anomia alastra, tal como a indiferença visual, emocional, familiar, todos vamos andando como carneiros que pastam e carregam o peso dos cornos com dignidade absoluta e convicta daquilo que pensamos ser.
Alice Alfazema
Vivo em Trás-os-Montes há algum tempo e não sinto isso. Mas no porto também não o sentia.
ResponderEliminarO que sinto é que há dias em que preferia sair a rua como anónima.
Ainda bem que não sentes isso, mas se olhares em redor, talvez, descubras aquilo que falo.
ResponderEliminarQuem lida com pessoas durante o dia-a-dia sente a necessidade de ser anónimo.
Como te entendo ...
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