Uma pergunta por dia: Por onde andam as gargalhadas? em outubro 22, 2013 Obter link Facebook X Pinterest Email Outras aplicações Uma pergunta por dia até ao final do ano, quem quiser responder esteja à vontade.Alice Alfazema Comentários Flor23 de outubro de 2013 às 05:37As gargalhadas saiem sem sentido só por sair e diluem-se no ar.ResponderEliminarRespostasResponderFernando Lopes23 de outubro de 2013 às 11:11Morrem sufocadas na garganta, todos os dias.ResponderEliminarRespostasResponderpoetazarolho23 de outubro de 2013 às 14:43“Não sorrirás”Aqui vai a gargalhadaHá muito não se ouviaEstá um pouco abafadaPor escassear a alegriaQu’a malta anestesiadaÉ facto não se contagiaMas vai sendo minadaPela estranha letargiaQue corrói a esperançaE o sentir mais profundoQu’a gargalhada traduzE assim a alta finançaToma conta deste mundoOnde sorrir não seduz.ResponderEliminarRespostasResponderJoana23 de outubro de 2013 às 17:02Parece-me que ultimamente as gargalhadas andam mais escondidas e não saem com alegria.O estado do país não nos deixa muitos motivos para dar gargalhadas, pois não? ResponderEliminarRespostasResponderIsabel Vaz26 de outubro de 2013 às 11:27Como tristezas não pagam dívidas, eu continuo a gostar de me rir! E rio!ResponderEliminarRespostasResponderAlice Alfazema28 de outubro de 2013 às 02:01ResponderEliminarRespostasResponderAlice Alfazema28 de outubro de 2013 às 02:02Tornaram-se gasesResponderEliminarRespostasResponderAlice Alfazema28 de outubro de 2013 às 02:03Tens razão, mas temos de mudar o cenário, temos de lhes dar utilidade.ResponderEliminarRespostasResponderAlice Alfazema28 de outubro de 2013 às 02:04Rir é um antídoto da tristeza, comecemos então... ResponderEliminarRespostasResponderAlice Alfazema28 de outubro de 2013 às 02:05E faz muito bem, eu acompanho-a.ResponderEliminarRespostasResponderFlor28 de outubro de 2013 às 04:09Eu diria antes transformam-se em bruma.ResponderEliminarRespostasResponderAdicionar comentárioCarregar mais... Enviar um comentário
As gargalhadas saiem sem sentido só por sair e diluem-se no ar.
ResponderEliminarMorrem sufocadas na garganta, todos os dias.
ResponderEliminar“Não sorrirás”
ResponderEliminarAqui vai a gargalhada
Há muito não se ouvia
Está um pouco abafada
Por escassear a alegria
Qu’a malta anestesiada
É facto não se contagia
Mas vai sendo minada
Pela estranha letargia
Que corrói a esperança
E o sentir mais profundo
Qu’a gargalhada traduz
E assim a alta finança
Toma conta deste mundo
Onde sorrir não seduz.
Parece-me que ultimamente as gargalhadas andam mais escondidas e não saem com alegria.
ResponderEliminarO estado do país não nos deixa muitos motivos para dar gargalhadas, pois não?
Como tristezas não pagam dívidas, eu continuo a gostar de me rir! E rio!
ResponderEliminarTornaram-se gases
ResponderEliminarTens razão, mas temos de mudar o cenário, temos de lhes dar utilidade.
ResponderEliminarRir é um antídoto da tristeza, comecemos então...
ResponderEliminarE faz muito bem, eu acompanho-a.
ResponderEliminarEu diria antes transformam-se em bruma.
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