Pintura de Edward Cucuel
Há palavras que vão e vêm como ondas. São como as brisas ou os temporais. Têm momentos seus e nossos. Trazemo-las dentro de nós, ao peito, nas mãos, na memória, no amor, no ódio ou na ternura. São plágios de ideias que flutuam no firmamento da memória colectiva. Podem as mulheres e os homens ter ideias iguais? Amam e morrem da mesma forma, plagiando-se eternamente.
Alice Alfazema
O nosso inconsciente colectivo.
ResponderEliminarBjs e bom fim de semana
Há algo que nos move em comum. Boa semana,
ResponderEliminarAcredito nisso! Talvez seja por isso que até aqui, na net, ao longe, nos encontremos com quem nos diz mais e se coaduna connosco.
ResponderEliminarTens razão, já tenho pensado nisso muitas vezes, apesar desta confusão toda que é a sociedade, há sempre pessoas com as quais nos identificamos.
ResponderEliminarSabes a área da psicologia interessa-me mas acho que há uma certa "energia" que nos une!
ResponderEliminarA ciência, talvez, um dia ainda prove essa existência. Entretanto as distracções são muitas, mas como li algures " Ele acabou por rematar que, se a morte fosse algo escuro e vazio, as pessoas não a abraçariam com um sorriso segundos antes do último suspiro - como o fizeram todas as pessoas que já viu partir, inclusivamente a mãe. Ontem aconteceu mais um desses sorrisos."( do blogue Sítio das coisas - logo aí ao lado) Há momentos e sentimentos que não se explicam, sentem-se, e todos nós, algures na nossa vida já sentimos isso.
ResponderEliminarSerá a morte um processo de transformação?
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